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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011


Não só a criançada, mas todo o público se divertiu.
  Mais uma vez o público de Governador Mangabeira demostrou seu carinho pelo Frutos da Utopia e interesse pela arte e cultura municipal. Neste último domingo, dia 30 de janeiro, várias pessoas lotaram o Centro Cultural e Social Paternon, desde as 18 horas para assistir às peças: "Naw Didádico" com o grupo soteropolitano Só Art e "Rosinha e Sebastião - A comédia Popular", com o grupo mangabeirense - com orgulho - Frutos da Utopia.

A bilheteiria foi aberta às 18 horas e logo o espaço começou a lotar. O primeiro a subir em palco foi o grupo Só Art, que levantou a galera com a animada peça Naw Didádico.
"Crianças se divertem em palco -Espectador que vira ator"
Com um cunho educativo, o Naw Didático contempla não somente as crianças, mas também os jovens e idosos, resgatando os antigos costumes, de uma chegada do circo em uma cidade, por exemplo, e cantigas que não ouvimos mais com tanta frequência.
Grupo Só Art, trazendo as antigas cantigas
Fernando Albuquerque, ator e diretor desta peça, demonstrou o seu imenso prazer em apresentar para o público de Governador Mangabeira, que pela segunda vez recebe este espetáculo, e sempre de braços abertos e muita alegria para compartilhar. O palco e a platéia se confundem neste instante. Ator vira espectador, enquanto o espectador mostra que também seu lado artísta.
Ao final da peça, o grupo Frutos da Utopia já estava pronto para ocupar o lugar que outrora fora ocupado pelo Só Art. O pessoal que aproveitou o intervalo para lanchar, agora voltava a ocupar os seus lugares para rir - mais uma vez, para muitos - com a comédia "carro-chefe" do grupo: "Rosinha e Sebastião - A comédia Popular". Apesar de já ter sido apresentado várias vezes para este mesmo público, eles não se cansam de ver e sempre se divertem com as aventuras de Rosinha, com seu vestido rosa e sua vontade de ser feliz; Sebastião, que só pensava no amor que tinha para dar pra Rosinha; Heleno, com seu jeitão garanhão; Joana, pobre mulher, rasgada, suja e descalça; e a incrível história da gaiola e todos os outros personagens, sem falar, é claro, da espevitada da Criolinha.
"Eita que a praça tá é cheia hoje!!!"
Paquerinha gostosa - Rosinha e Sebastiã, amor adolescente
Ao final da peça, o Grupo Teatral Frutos da Utopia, homenageou o amigo Fernando Gabriel, que faleceu na sexta-feira, da mesma semana. Foi, sem dúvidas, um momento de muita emoção, ao lembrar a pessoa maravilhosa que fora, as viagens que fizera com o grupo e todos os momentos legais que passou ao lado do grupo.
Aproveitando o ensejo, agradeceram a todos os Amigos do Teatro, destacando o dono do espaço, seu Ricardo, que com tamanha sensibilidade para a cultura, disponibilizou o seu espaço para que acontecesse este maravilhoso evento, que só foi maravilhoso por causa da presença brilhante do nosso público.


Rosinha, Criola e Joana arracam risos da platéia

Seu Ricardo e público da noite - os nossos agradeciomentos
Olha a Foto! clique aqui!

A todos que compareceram e colaboraram direta ou indiretamente, o nosso Muito Obrigado!

segunda-feira, 12 de abril de 2010


"Esperai! esperai! deixai que eu beba Esta selvagem, livre poesia"


"Deus! ó Deus! onde estás que não respondes? Em que mundo, em qu'estrela tu t'escondes Embuçado nos céus?"


"Mas eu, Senhor!... Eu triste abandonada Em meio das areias esgarrada, Perdida marcho em vão!"




"Senhor Deus dos desgraçados! Dizei-me vós, Senhor Deus"




"Hoje míseros escravos, Sem luz, sem ar, sem razão... "







"Albatroz! Albatroz! águia do oceano..."




Somos livres quando amamos a Vida. Amamos os outros,sem expectativas, sem vir-a-ser. Somos livres quando dizemos o que queremos, sem nada querer, somos livres... A liberdade são todas as possibilidades latentes, virtuais, da Vida-sendo. Se existisse uma metáfora capaz de (re)velar o que penso sobre a liberdade, não saberia como. Mas, o rio(!). Ah! O rio. O rio corre, as águas do rio (que não são do rio) correm... mas, sem correr, correndo. Ah!As pedras do rio, que não são do rio, são o que são: pedras... Os peixes do rio, que não são do... Somos livres como o rio quando queremos e deixamos correr, tranqüilo, sereno, às vezes,furioso, fervoroso, o outro. Aliás, melhor seria dizer, os outros (os outros dos outros e os outros de nós mesmos)... Deixamos, por amar. Por amar ser livre, ser o outro, sendo... Liberdade: direito pleno do Ser-vida. Liberdade, com asas, sem asas, sendo: celebração do acontecimento-aí, presente, instante: amor planejado, sem sê-lo, paradoxalmente, a espera, sem espera, do néon. Somos livres. Livres porque somos os outros, sendo nós mesmos. Somos livres. Porque somos o próprio paradoxo do-sim-do-não. Quão tolos somos quando não vivemos, no aqui-e-agora, no instante da vida-sendo; quando não acolhemos o que-é por medo do desconhecido, do vazio, do silêncio (que, muitas vezes, é muito barulhento)... Quão tolos somos quando repetimos, repetimos e repetimos sem arte, sem pulsar, sem abertura para o inesperado, o impresivível, o fora do script... Quão tolos somos quando imaginamos ser mais do que o outro... Livres. Somos? Podemos dizer/ouvir o que precisamos, sem nada saber, às vezes, sem ao menos querer...? Somos? O que somos mesmo? O que queremos? Sei o que precisamos: viver. Hoje, mais do que nunca, preservar a vida. Estamos morrendo... vamos morrer... estamos matando a humanidade em nós... estamos matando as possibilidades... Éh! Somos livres?

segunda-feira, 5 de outubro de 2009




Arauto - John Gonçalves

Homem - Roberto Madder

Drogas - Manuca Filho

Orgulho - Itinho Villela

Luxuria - Yasmim Passos

Terra - Ney dos Santos

Fogo - Jailton Malthsay

Água - Gessica Nascimento

Ar - Juliana Costa

Amor - Sid D'Saint

Felinos - Claudio Nyack

Caio Simas

Renato Nascimento

Manuca Filho


Direção - Ney dos Santos

Texto - Edson Pereira

Produção - Roberto Madder e Juliana Costa


E a terra chegou à vida. E a vida chegou ao espírito... Essa melodia alada do universo.”

Para tocar esta melodia chamada A CRIAÇÃO cada ator se fez instrumento, formando uma orquestra que reflete o comportamento humano.
Com a maquiagem no corpo e o verbo na carne o homem nasce e renasce... E se descobre num turbilhão de ímpetos e emoções que pode levá-lo a sua própria destruição.
A Criação é um drama poético e político, revelando ao espectador que o papel do teatro é representar a sociedade, para que cada pessoa possa entender sua importância no mundo.



sexta-feira, 2 de outubro de 2009



Parque Histórico de Castro Alves – Cabaceiras do Paraguaçu - Ba
Ano: 2005 e 2007

Praça Publica – lençóis - Chapada Diamantina - Ba
Ano: 2006

Teatro da UFBA (UFRB) – Cruz das Almas - Ba
Ano: 2005

Clube da AABB – Cruz das Almas - Ba
Ano: 2007

Clube Cultural – Conceição do Almeida - Ba
Anos: 2006 e 2007

Danneman – São Felix - Ba
Ano: 2008

Casa da Cultura – Pojuca - Ba
Ano: 2008

Teatro CUCA – Feira de Santana – Ba
Ano: 2008

FESTCASA Festival de Teatro da Casa de Anísio Teixeira – Caetité - Ba
Ano: 2008

Clube Cultural – Sapeaçu – Ba
Ano: 2006 e 2007


Clube Cultural – Governador Mangabeira – Ba
Ano: 2005, 2006, 2007 e 2008.

FIT - Festival Ipitanga de Teatro - Casa da Cultura – Lauro de Freitas – Ba
Ano: 2009

Teatro Dona Cano – Santo Amaro – Ba
Ano: 2009

Casa da Cultura – Pojuca – Ba
Ano: 2009





ROSINHA: Jully Costa
SEBASTIÃO: Roberto Madder
BRASILINA: Yasmim Passos
CRIOLA: Jailton Malthsay
CREISSON: Itinho Villela
GOTOSÃO: Caio Simas
HELENO: Manuca Filho
JOANA: Gessica Gomes
FILOMENA: Yasmim Passos
FLORENTINA: Sidneia D’Saint

ASSISTENTES DE PALCO: Renata Salles e Cláudio Nyak

SONORIZAÇÃO: John Gonçalves

ILUMINAÇÃO: Ney dos Santos

DIRETOR: Sidneia D’Saint